A pior epidemia é de especialistas. Ou “ispecialistas”.

Num mundo especializado, por certo surgem mutações interessantes. Ispecialistas, por exemplo.

Ispecialistas, aos meus olhos, surgem como uma mutação da raça humana. Dão palpites, desenvolvem um conjunto de habilidades interessantes, mostram expressões e gestos muito elaborados. Feito modelos de grife famosa. Sim, bem isso. Alguns até parecem mais, na aparência, com modelos de filmes publicitários – ou atores e atrizes de novelas globais.

Ispecialistas buscam sempre aperfeiçoar discursos. Textos elaborados, onde são incluídas expressões e formulações que são distantes do conhecimento humano profano. Palavras e expressões em inglês, por exemplo. Citações de cálculos, porcentagens, gráficos – mecanismos que pouco (ou nada) significam, mas deixam o povo sempre de boca aberta quando são proferidos. Como suporte “ispecializado”, sempre existe uma barba bem feita, um belo terno risca de giz, uma gravata maravilhosa com nó impecável. Um corte de cabelo com cortes feitos mediante cálculos geometricamente elaborados. No caso de óculos, são resultado de um estudo profundo para perfeita adequação da armação quando aplicada sobre o rosto do grande personagem.

Vale lembrar que o mesmo ocorre com o sexo oposto. Afinal essa mutação ocorre em todos os gêneros atualmente. Variam os acessórios, variam as vestimentas – mas o intuito é sempre o mesmo.

Covid-19 tem sido uma preocupação global. Sim, existe, chegou prá ficar. Mas analisando friamente, nada que traga alguma novidade quanto ao mecanismo de sobrevivência do bicho. É um vírus como qualquer outro vírus, com existência idêntica á outros vírus. Sendo vírus, age como vírus. Um predador da raça humana. Como tantos outros de sua espécie. Contagia, infecta, mata. E, segundo se sabe, nem mesmo são classificados como “um sêr vivo”.

Covid-19 no entanto tem feito com que nós, “raça superior” possamos resgatar qualidades que nós, humanos, perdemos com o passar do tempo. Higiene, por exemplo. Diante do massacre da mídia, fica fácil perceber que lavar as mãos deixou de ser um hábito da nossa espécie. Tomar banho, lavar as roupas, manter a casa limpa. Não agarrar pessoas, não abraçar pessoas, não distribuir beijos e lambidas feito franco atiradores dentro de escolas americanas.

Percebo que o Covid-19, na verdade, muito além de se comportar como um vírus gripal mais… digamos… bombado, também nos faz notar que excessos sociais podem matar. Penso que ele, Covid-19, tenha um comportamento questionador da sociedade. Talvez uma variação punk da família dos vírus.

Voltando ao tema dos “ispecialistas” => o Covid-19, grande doutrinador deste momento, tenta a todo momento enviar sua mensagem. No seu mundinho microscópico (biologicamente falando), ele desafia esse gado dito “racional” com uma teórica ausência de massa cinzenta. Um desafio de titãs. De um lado, um ente não vivo que tenta manter sua existência. Do outro lado, a raça humana… raça superior, abençoada por Deus ou deuses, tanto faz – que, dotados de inteligência (será?), dotados de conhecimento (será?), donos de um planeta a ser salvo de algo que não sabemos, não conhecemos… mas que invocamos ser nossa propriedade.

Não, não somos nada diante do universo. Somos apenas mais uma espécie minúscula – dotada APENAS de algo muito nojento e asqueroso: VAIDADE. Até onde nosso grande conhecimento vai mostrando, Covid-19 não tem vaidade não. Ataca ricos e pobres. Caucasianos, orientais, indígenas, negros. Ataca cristãos, muçulmanos, judeus, espíritas, umbandistas. Ataca plástico, pano, metal. Infecta, inclusive, gatos e cachorros. Mas, talvez, nós, os perfeitos e dotados de razão e racionalidade, sejamos seu parquinho de diversões.

Fato, um só. Nossa sociedade imbecilizada, em algum momento do século passado, se viu reunida para criar um grupo de nações. O objetivo, até hoje não deu muito certo. Fundada em 1945, a ONU é um retrato vivo na nossa grande superioridade enquanto espécie que habita o planeta. Fácil perceber isso quando analisamos os conflitos desde sua criação – justamente o objetivo da ONU seria EVITAR CONFLITOS ENTRE NAÇÕES. Não deu certo.

Ok, eu sei que dá prá dizer que muitos não ocorreram. Dá prá afirmar que alguns se iniciaram e por intervenção da ONU deixaram de seguir em frente e cessaram. Mas o fato é que NÃO DEIXARAM DE EXISTIR. Pior, EXISTEM.

A ONU se dividiu em partes… segundo a wikipedia, seriam pelo menos 17 – a denominação varia, mas são parte da ONU. Uma delas, a OMS (Organização Mundial da Saúde), está encarregada de criar normas e métodos para controle da Covid-19. E, diante da história da ONU, isto significa que ela, ONU & OMS passam a ser os fodões da pandemia.

O fodão da pandemia, o grande pajé mundial, portanto, é o Diretor da OMS. O grande fodão. O grande pajé, detentor de todo conhecimento em saúde (e sobrevivência da nossa espécie). Nosso grande pajé fodão, tem nome e, vamos lá… tem curriculum, e, melhor ainda, tem bom gosto. Muito sério, sempre que aparece mostra um belo terno, muito bem cortado e que aparenta ser bem caro. Aliás, muito caro. Imagino que, na Etiópia, poucos são os que poderiam ter um terno tão bem cortado. Visual estiloso total. Discurso cheio de artimanhas retóricas discursivas.

No entanto, mais que especialista, mostra-se ispecialista sim. Conforme vamos vendo a interferência da OMS em diretivas dos países associados. De um diretor de uma organização mundial de saúde, eu esperava mais do que um burocrata de carreira. Burocrata de carreira conforme se pode analisar de seu curriculum, disponível na internet e elaborado pelo próprio diretor. Um belo descritivo de si mesmo onde não se contempla nenhum registro importante de PESQUISA CIENTÍFICA. O discurso de ministros de saúde dos países contagiados pela Covid-19, sempre vão no rumo da OMS, ignorando opiniões VERDADEIRAMENTE CIENTÍFICAS. E, sim, eu me refiro ao uso de hidroxicloroquina para tratamento de casos mais graves da infecção viral.

Ok, não sou especialista, mas a meu favor só posso dizer isto: não sou analfabeto. Na comparação curricular entre o diretor da OMS e o médico pesquisador Didier Raoult, eu, não especialista, prefiro focar no curriculum do pesquisador francês. Ao contrário do etíope da OMS, o francês tem publicados mais de 2.300 trabalhos científicos comprovados. E comprováveis. Bem diferente do curriculum burocrático, onde se percebe um médico burocrata de gabinete. Talvez entenda mais de canetas Mont Blanc do que entenda de microscópios eletrônicos.

Um exemplo que me chamou a atenção, por exemplo, na vida profissional do etíope, diretor da OMS, é o fato de ter ocupado o cargo de ministro da saúde em seu país. E, até onde pesquisei, parece que o sucesso deste senhor é algo muito relativo na questão de sucesso. Basta dar uma busca nos números da saúde etíope para perceber que as habilidades deste senhor são sim de gabinete e não de pesquisa.

Vai aqui um pequeno exemplo do sucesso de seu ministério recente:

saúde na Etiópia = https://www.nationalgeographicbrasil.com/photography/2019/03/na-etiopia-beber-agua-lamacenta-e-algo-comum-problemas-de-saude-tambem?image=16

Em contrapartida, o médico pesquisador francês não apenas mirou no estudo de vírus do tipo corona, como mirou também em possíveis tratamentos. Mas a OMS, desde sempre, se mantém no rumo ditado pela ONU… calar os pesquisadores de campo e jogar holofotes nos pesquisadores de gabinete. Algo que é praticado em todos os campos de ciência, diga-se de passagem.

Aqui no Brasil o tratamento com hidroxicloroquina combinada com antibióticos (azitromicina, por exemplo), possui defensores também – os quais são devidamente calados pela mídia… algo que aconteceu recentemente com o médico Anthony Wong – muito embora ele seja um tanto polêmico, eu sei. A CNN-Brasil, por exemplo, cortou sua fala no ar, durante entrevista. Fato curioso é usar como argumento o tal “evidência científica”.

No caso do francês Didier Raoult, as tais “evidências científicas” só não são enxergadas por quem não sabe ou não quer ler, afinal, suas publicações CIENTÍFICAS estão disponíveis para qualquer um em nosso planeta. Exceto aos analfabetos, por certo.

Engraçado, também, o caso de infecção por Covid-19 ocorrido com o dr. David Everson Uip, secretário estadual de saúde por São Paulo – e responsável pelas estratégias de contenção da pandemia no Estado de São Paulo – É considerado um dos maiores especialistas em doenças infecciosas, em especial a AIDS, do país. Curriculum exemplar, um profissional de alto gabarito. Excelência profissional indiscutível. E que encontra-se, até o momento onde estou digitando este textão, em recuperação pelo Covid-19. E, segundo médicos de seu círculo de relações, se submeteu por vontade própria ao tratamento do pesquisador francês: hidroxicloroquina combinada com antibióticos. E a informação vazou em entrevista com outro médico, o cardiologista Roberto Kalil – também em recuperação da Covid-19 e também utilizando as práticas da pesquisa do francês pesquisador.

Vale lembrar os casos de sucesso também no hospital mais massacrado pela mídia brasileira: PREVENT SENIOR, dona dos hospitais Sancta Maggiore. Um caso muito esquisito e porcamente explicado pela mídia.

A Prevent Senior é um convênio que atende idosos. Até onde pesquisei, para se associar aos planos de saúde, a idade mínima é esta: 49 anos. Portanto fica fácil perceber que nos hospitais Sancta Maggiore, mantidos pela Prevent Senior, só encontraremos pacientes IDOSOS. Portanto, nestes hospitais, certamente morrem… idosos. Mas a mídia, encabeçada pela TV Globo, parece não perceber que em hospital de idosos, só existem idosos. E, diante das “diretivas científicas da OMS”, onde não se aceita a hidroxicloroquina combinada com antibióticos e zinco, ocorre justamente o uso destes para SALVAR VIDAS. Fala-se muito das MORTES, mas não se fala das VIDAS SALVAS pela combinação proibida pela OMS. CIENTIFICAMENTE PROIBIDA.

Eu prefiro arriscar minha cura com as bobagens de um pesquisador francês. Não consigo sentir firmeza alguma nas tais “evidências científicas” proclamadas por um diretor da OMS e seus seguidores-gado. Justamente um diretor de OMS que foi responsável por um país onde ainda se morre por diarréia infecciosa. Onde ainda se bebe água lamacenta sem tratamento.

Escolher entre croissant + brioche ou água lamacenta + diarréia??

Prefiro croissant e brioches. Portanto, prefiro hidroxicloroquina combinada com azitromicia e zinco. A meu favor, tenho os senhores doutores David Everson Uip e Roberto Kalil. Quando o calo aperta, a pesquisa científica é o rumo certo. Ainda que em publico e nas entrevistas, ambos neguem que usaram… pois é. Atrás da ONU & gang, só mesmo o gado vai.

Boa sorte aos que acreditam em ONU, OMS, UNICEF e outras porcarias que nada fazem.

..::..